Linguagens de amor

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Desde que me casei que me lembro de ver um livro em nossa casa – as cinco linguagens do amor, de Gary Chapman. É um livro pequeno, com uma capa sem grande qualidade estética, mas tem dentro a resposta a uma eterna questão amorosa: Será que eu estou a falar a linguagem de amor do meu marido? (Ou, para a equipa de homens que eu sei que lê o blog) Será que eu estou a falar a linguagem de amor da minha mulher? É um livro que todos os casais deveriam receber quando se casam – ou mesmo antes, para se irem preparando bem!

Estou há muito tempo para dedicar um post a este livro que acho precioso, e a chegada do dia dos namorados – com tudo o que tem de publicitário, e de comercial, que não tem mal nenhum – parece-me a ocasião ideal. A ideia que está por detrás é que cada pessoa tem a sua forma de se sentir querida, e muitas vezes usamos as nossas linguagens de amor para tentar demonstrar ao outro o nosso amor, sem o impacto que gostaríamos de ter com esses esforços. Gary Chapman fala em cinco diferentes linguagens de amor: palavras de afirmação, tempo de qualidade, presentes, pequenos atos de serviço e proximidade física.

Não vou falar de todas, mas das minhas duas linguagens de amor: em primeiro lugar, estão os pequenos gestos de serviço. Para mim, os atos falam muito mais alto que as palavras, e por isso valorizo qualquer pequeno esforço que mostre esse cuidado. Incluem-se aqui as idas dele ao supermercado (que detesto), as vezes em que a Helena acorda a meio da noite e é o meu marido quem a volta a deitar, e muitos outros pequenos serviços que tornam o meu dia muito mais simples.

A minha segunda linguagem de amor é receber presentes: há poucas coisas que me façam sentir tão querida como receber um presente. Isto poderia ter uma interpretação fútil, mas na verdade não há nada de “vazio” nisto. Um presente pode ser tão simples como um lanche surpresa que recebo ao entrar no carro em direção a casa.

Estas duas linguagens de amor, integradas numa relação de respeito, amizade e confiança, são as formas como mais facilmente eu sinto esse amor. Antes de ler o livro, estas eram também muitas vezes as minhas formas de o expressar (se eu gosto, ele também gosta de certeza!): comprando um presente que sabia que o meu marido ia gostar, fazendo o jantar preferido dele. Até que percebi que as nossas linguagens de amor não tinham por que coincidir ♥

Para quem tiver interesse, podem fazer o teste aqui e descobrir qual a vossa linguagem de amor.

Achei TÃO querido no Sábado ouvir um amigo nosso a dizer que vinha ao blog para se inspirar em presentes para a mulher dele. Já não é a primeira vez que oiço isto de um homem, mas é sempre tão bom!

Aqui fica uma sugestão de presente para o Dia dos Namorados que qualquer mulher gosta de receber, uma jóia intemporal ♥


Brincos e pulseira Majorica


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10 Comentários em “Linguagens de amor

    1. Maria João, veja no Facebook quais as lojas onde se vendem as jóias Majorica mais perto da sua área de residência, penso que é a maneira mais fácil. Bjs

  1. Que bom texto! Para além de bem escrito é mesmo o que precisamos de ler em dias como estes – eu detesto a parte comercial acho tudo bastante ridículo para ser sincera mas se forem precisos estes dias para me falarem num bom livro como este, então já compensa! Obrigada!

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