Aprender pelo exemplo

4 Comentários

Já tenho falado aqui sobre o tema da educação de crianças. É um assunto que me interessa muito, por ter uma filha de dois anos a quem já consigo explicar muita coisa. E se estudamos uma série de anos para nos tornarmos bons profissionais, faz ainda mais sentido dedicarmos tempo de qualidade a perceber como funcionam as nossas crianças e como podemos conseguir que dêem o melhor delas próprias.

Há ideias que é preciso ler nos livros, e outras que são muito intuitivas mas nem por isso fáceis de pôr em prática. Uma delas, em que tenho pensado nos últimos dias, é que não vale de nada eu ensinar à Helena aquilo que ela depois não me vir a fazer.

E isto vale logo para as coisas mais pequenas: se quero que ela mantenha o quarto arrumado, tenho de começar por dar-lhe o meu exemplo. Se quero que ela olhe para mim quando estou a falar com ela, tenho de pôr o telemóvel de lado quando ela quer falar comigo. Children see, children do. Têm olhos muito exigentes e o desafio é estar à altura do que eles esperam de nós 


O QUE ESTOU A USAR: TOP COM LAÇO ZARA (estou a usá-lo ao contrário para evitar o laço) ♦ SHORTS PERFURADOS ZARA ♦ COLAR TOUS MAMMA
HELENA: BODY COM GOLA EM RENDA SIGA AS CORES ♦ SAIA ZARA KIDS


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4 Comentários em “Aprender pelo exemplo

  1. Cara Teresa,

    No seguimento de três posts seguidos sobre filhos venho deixar, em primeiro lugar, um aviso: cuidado com toda esta exposição que, por um lado, é muito perigosa, como sabem e sei que já foram advertidas para isso, e por outro chega até a parecer pouco… Pouco natural… Não arranjo palavra mais amigável para dizer isto..

    Pouco natural porque, por exemplo neste post o que pretende é mostrar que o exemplo aos filhos é o mais importante – totalmente de acordo. Depois toca no ponto de que quando está com a sua filha o telemóvel (entendo por tecnologias, o que seja) fica de lado. Mas a verdade é que parece uma afirmação um pouco contraditória visto que põem aqui muitas e muitas fotografias deles, o que pode mostrar que inúmeras vezes estão com eles mas preocupadas com as fotografias para o blogue… Bem, é só a minha percepção, e só uma percepção, que pode não corresponder com a realidade. Parece-me contraditório. Mas em nada quero descredibilizar a educação que lhes dão, que acredito ser de excelência e creio plenamente nisso.

    Segundo, passando o tema dos filhos, gostava só de deixar a minha opinião sobre algo que gostaria de nem ter de estar a comentar, visto que não tenho por hábito comentar blogues, ainda menos quando é sobre moda ou simplesmente roupa. Mas neste caso faço-o como algo a favor da modéstia. É só porque queria fazer-vos pensar que quando estão na intimidade, entre a família, é natural que se esteja mais à vontade, diga-se descontraídas. Mas expôr-se aqui para o mundo com uns calçoes assim, com toda a perna à mostra… Não me parece o mais modesto, quando na verdade o que eu noto que as duas querem é passar a ideia de uma moda gira, mas não descurando a decência, pudor, modéstia. Quanto aos calções não alongo mais a opinião pois acho que perceberá o que quero dizer.

    Mas não deixo passar a fotografia que colocou no instagram com um fato de banho com transparências. Repito, e ainda mais vincado neste caso: a intimidade não deve ser exposta, pois deixa de ser íntimo. Um fato de banho assim deveria ser para vocês, íntimo, não para o mundo. Acho e certamente entenderá.

    E esta intimidade pode refletir-se em tudo e acho que é algo a ter cuidado neste blogue. Apenas uma opinião que podem ou não ter em consideração!

    Por fim, não quero passar imagem de pessoa conservadora, ou antiquada, ou algo do género. Isto é sim uma busca pela Verdade, e aos poucos vamos aprendendo, crescendo e educando-nos a nós prórios.

    Com amizade.

    1. Cara Marta,

      Respondendo ao seu longo texto: Passo 24 horas por dia com as minhas filhas, pelo que se em todo esse tempo pusesse o telemóvel de lado, mais valia deixar mesmo de o ter. O que disse foi que “quando ela quer falar comigo”, faço por deixar o telemóvel de lado e ouvi-la com atenção. Felizmente, há tempo para tudo: para usar o telemóvel, para tirar fotografias, para brincar e dar-lhes 100% de atenção. Acredito que não estou a dizer nada de estranho, e que haverá por aí mais mães como eu 😉 Em relação à roupa que uso, estamos no Verão, e num país cheio de sol (felizmente!). Não vou de calças para a praia, vou de calções, de saia, de vestido, e sim, uso fatos-de-banho, elegantes e de preferência originais: não se trata de intimidade, e sim de normalidade. Pelo seu comentário, fico sem perceber se o que acha que seria realmente ideal era (i) não ter telemóvel (ii) não usar máquina fotográfica (iii) não ir à praia ou (iv) ir à praia vestida dos pés à cabeça. Tenha um bom Verão!

    2. Cara Marta,

      Respondendo ao seu longo texto: Passo 24 horas por dia com as minhas filhas, pelo que se em todo esse tempo pusesse o telemóvel de lado, mais valia deixar mesmo de o ter. O que disse foi que “quando ela quer falar comigo”, faço por deixar o telemóvel de lado e ouvi-la com atenção. Felizmente, há tempo para tudo: para usar o telemóvel, para tirar fotografias, para brincar e dar-lhes 100% de atenção. Acredito que não estou a dizer nada de estranho, e que haverá por aí mais mães como eu 😉 Em relação à roupa que uso, estamos no Verão, e num país cheio de sol (felizmente!). Não vou de calças para a praia, vou de calções, de saia, de vestido, e sim, uso fatos-de-banho, elegantes e de preferência originais: não se trata de intimidade, e sim de normalidade. Pelo seu comentário, fico sem perceber se o que acha que seria realmente ideal era (i) não ter telemóvel (ii) não usar máquina fotográfica (iii) não ir à praia ou (iv) ir à praia vestida dos pés à cabeça. Tenha um bom Verão! Teresa

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