Londres: os primeiros dias

Metade da última semana em Londres: três dias de trabalho e um fim-de-semana para namorar. A primeira parte: Canary Wharf, a localização de Londres por onde passam diariamente 4 milhões de pessoas, uma loucura. Voltar a confirmar que tudo aquilo funciona na perfeição, os transportes públicos, os ingleses sempre highly polite e lojas de perder a cabeça. Comentava com o Bernardo que ir a Londres por uns dias é um máximo mas viver lá é outra loiça. A cidade parece estar feita para a correria, o consumo e o trabalho como motor essencial de vida. Aqui tudo é mais calmo e podemos criar uma família acompanhando de próximo os nossos filhos.

Assinei o meu primeiro contrato de trabalho numa consultora internacional aos 20 anos, depois de três anos de gestão na Universidade. Aos 23 fui para uma multinacional de telecomunicações e aos 25 vim para a banca de investimento. A aceleração está-me no sangue e quando somos novos acreditamos que não há impossíveis! E como venho do mundo dos números, Canary Wharf foi a perdição. Olhar para aqueles quase-arranha-céus e ver o mundo financeiro a acontecer ali, à frente dos meus olhos. Entrar em edifícios que são verdadeiras obras de arte do mundo contemporâneo e estar a trabalhar com pessoas dos vários cantos do mundo. Aterrar na Moody’s, sempre na boca do Mundo e ainda mais nas bocas de Portugal, nesta fase complicada que o nosso País atravessa.

Esta foi a primeira parte!
Sobre o fim-de-semana a dois, uma autêntica
segunda lua de mel, conto esta semana 😉

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